segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pelotas, um capítulo à parte

A impressão pela cidade foi péssima: A entrada da cidade já se faz desanimadora. Galera suspeita se esgueirando pelas ruas, avenida mal cuidada (porém, limpa, temos que admitir!).Enfim, desde o primeiro momento não tivemos empatia pelo lugar, mas clamávamos por banho!
Procuramos por uns 3 ou 4 estabelecimentos sugeridos pelo amigo GPS, mas nenhum deles nos inspirava a mínima confiança. Um motel, inclusive à beira desta mesma avenida, não possuía portão e pessoas estranhas caminhavam pelo pátio, e ao abordarmos uma dessas pessoas, que parecia ser uma funcionária, simplesmente nos ignorou; outro lugar, a direção era de um senhor conhecido como “Gaiola”. Preferimos não arriscar, rs.
Por fim, assumimos ficar num lugar menos pior: Motel São Rafael. Local péssimo a começar pelo nome: “São Rafael” para Motel? Toalhas e lençóis velhos, porém limpos. (Ufa!); televisão com imagem péssima e ar condicionado péssimo e barulhento, que não gelava nem focinho de cachorro. Pernilongo era mato! Mas o pior de tudo, foi uma espécie de toldo que se “rebelava” contra a parede com o vento constante, e por toda a noite.
Resultado: Dormimos muito mal.
Também, em Pelotas, encontramos a gasolina mais cara de todo o trajeto até então.
Pelotas não deixará saudades. Não recomendamos. (Thales, 9:46)

Um comentário:

  1. Isso me lembra um lugar perto de Feira de Santana - BA que Vlad e eu fomos "obrigados" a passar a noite antes de seguir viagem para a Praia do Forte... sinistro... também estávamos mortos de cansaço, a gente acaba se submetendo, né?? Beijocas e melhor sorte nas próximas paradas!

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