segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O caminho para Porto Alegre





15h48, 120km/h. Muito bom poder admirar a paisagem, e tamanha é a euforia e o desejo de contemplar cada paisagem e não perder nenhum detalhe. Câmera a postos!
Pelas vias por onde passamos, continuamos a observar a arquitetura e construções, por sua vez riquíssimas em detalhes.
15h57 do dia 09/01 e já estamos em território Gaúcho, em Torres, há 175 km de Porto Alegre. O calor é intenso e tudo flui bem. As águas avermelhadas de Torres nos chamou a atenção pela sua beleza e o contraste com o verde das planícies.
Para sair da “rotina musical”, começamos a ler (no caso, Thales começou a ouvir) o clássico Marley e Eu, livro emprestado por Vladimir, em Joinville. (PS.: Saudade de nossos cãezinhos!)
Bom, voltando aos detalhes, bem antes de adentrarmos o território gaúcho, foi-se possível observar a rodovia, imensas áreas verdes, muito bonitas de se ver. Modéstia à parte, tenho exercido bem o meu papel de co-piloto, acompanhando os mapas, auxiliando no cálculo de rotas a menores distâncias, programação do GPS, cálculo de despesas etc., e adorariiiia ouvir um elogio, neste momento. Mas deve estar implícito, rs.
Passamos por diversas praias, balneários dentre outros lugares com pontenciais belezas. Vontade de parar em todos, mas não podemos perder o foco no nosso objetivo final, que é chegar no FIM DO MUNDO!
Seguimos ao som de Marvin Gaye, com Let´s get it on. (Camila 16:15)

Chegada em Porto Alegre às 18h02.


Saímos de Porto Alegre com o intuito de dar uma esticada até Jaguarão. A saída de PoA foi meio tensa, pois o GPS insistia em calcular uma rota que dava uma volta de uns 250km. Demos volta por cerca de 1 hora (ao som de toda a Voz do Brasil), e graças a um senhor de extrema simpatia e presteza, conseguimos chegar à saída correta. A partir de então, resolvemos ignorar o GPS, quando descobrimos que o problema estava na configuração.


O calor estava insuportável, e às 20h08, o sol ainda brilhava intensamente. Tudo acertado, atravessamos a Ponte do Rio Guaíba e sofremos nosso “primeiro assalto”: Barbaridade, Tchê! R$8,40 de pedágio, numa estrada sem duplicação e sinalização meia boca. O jeito é engolir!

A estrada estava cheia e movimentadíssima, muitos caminhões e pedágios, até que resolvemos parar para jantar à beira da estrada. Comidinha simples, mas bem servida e temperada.
De pansa cheia, cansados e necessitados por um banho, resolvemos passar a noite em Pelotas, que no caso, merece uma postagem à parte.










Um comentário:

  1. Ahhh o Rio Grande do Sul está passando por uma estiagem terrivel... imagino o calor!!! Continuem postando... e parabéns Cacá, você é a melhor co-piloto... eu por outro lado sou uma negação, hahahaha!! Me digam se gostaram do livro... eu adorei!!! Bjss

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